SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O corpo da adolescente Celeste Rivas Hernández, que foi encontrado no porta-malas do Tesla do cantor David Anthony Burke, 21, conhecido como D4vd, estava irreconhecível por conta da decomposição, segundo o detetive Joshua Byers, da polícia de Los Angeles.
A declaração foi feita nesta terça-feira (21), no primeiro dia da audiência preliminar de D4vd, que responde a acusações de homicídio, mutilação ilegal de restos humanos e de abuso sexual de menor de 14 anos.
Em setembro de 2025, a polícia de Los Angeles encontrou o corpo no carro do artista, que estava abandonado. O detetive relatou que o cadáver estava em avançado estado de decomposição, o que dificultava a identificação da vítima.
Além do testemunho, também foram exibidas imagens do cadáver e vídeos das câmeras corporais dos policiais confrontando o artista em sua residência.
Segundo a revista People, ele não demonstrou emoção ao ver as imagens do corpo, apenas encarou mais intensamente uma das fotos que mostrava um dos dedos da vítima com a tatuagem escrita “Shhhh…”, a mesma que o artista possui.
A promotoria diz que D4vd teria conhecido a garota quando ela tinha 11 anos e que eles iniciaram um relacionamento dois anos depois. Também acusa o artista de supostamente ter cometido o crime após Celeste ameaçar revelar o relacionamento publicamente. O cantor se declarou inocente de todas as acusações.
Caso ele seja condenado, poderá receber pena de prisão perpétua ou até pena de morte.
Leia Também: Príncipe George completa 13 anos e ganha novo retrato oficial



