A morte da influenciadora brasileira Kauana Bilhar, de 26 anos, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, está sendo investigada pelas autoridades locais. A jovem morreu após cair do 27º andar de um edifício, e a polícia ainda não concluiu o que provocou a queda.
Segundo informações divulgadas pela TV Record, peritos realizaram uma análise no apartamento onde Kauana estava no momento do incidente. Até agora, as autoridades não informaram se ela estava sozinha ou acompanhada, nem divulgaram quando ocorreu a morte.
Natural de Santa Catarina, Kauana vivia em Dubai, para onde havia se mudado em busca de novas oportunidades. Nas redes sociais, onde reunia mais de 16 mil seguidores, compartilhava registros de viagens internacionais, hotéis de luxo, restaurantes, passeios e produtos de marcas famosas. Entre os destinos mostrados por ela estavam França, Grécia, Maldivas, Itália e Suíça.
Nos últimos meses, a influenciadora também passou a publicar declarações de carinho para a companheira, Bárbara Arantes. Após a repercussão do caso, o perfil da namorada ficou indisponível nas redes sociais.
A investigação segue em andamento e, segundo a emissora, a polícia de Dubai não descarta diferentes possibilidades para explicar o ocorrido, entre elas acidente, homicídio, feminicídio ou suicídio. Os peritos analisam vestígios encontrados no imóvel para tentar reconstruir a dinâmica da queda.
Ainda de acordo com a TV Record, um áudio atribuído à companheira de Kauana foi enviado a uma amiga logo após o episódio. Na gravação, ela pede ajuda e diz acreditar que a influenciadora teria tirado a própria vida. O conteúdo foi divulgado pela emissora, mas não representa uma conclusão oficial da investigação.
A morte foi confirmada pela mãe da jovem, Darla Bilhar, em uma publicação nas redes sociais. Em uma mensagem de despedida, ela lamentou a perda da filha e afirmou que ela viverá para sempre em sua memória.
Depois da repercussão do caso, Darla também pediu respeito à memória da influenciadora e criticou a divulgação de boatos.
“Enquanto eu tento encontrar forças para enfrentar a maior dor que uma mãe pode sentir, preciso assistir à memória da minha filha ser julgada, exposta e desrespeitada por pessoas que não conheciam a sua história”, escreveu.
Segundo a família, Darla viajou para os Emirados Árabes Unidos para acompanhar as investigações e providenciar o traslado do corpo para o Brasil.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que acompanha o caso por meio da Embaixada do Brasil em Abu Dhabi e que presta assistência consular aos familiares.
Até o momento, a polícia de Dubai não divulgou o resultado da perícia nem indicou qual das hipóteses investigadas é considerada a mais provável. O caso permanece sob investigação.



