Críticos destacaram que a canção conversa com a nostalgia típica do repertório da cantora. “Firmemente inserida no universo nostálgico característico de Swift, a música traz uma de suas composições mais bonitas (e mais bem lapidadas) dos últimos tempos. Sua interpretação vocal aqui é linda e deliberada; a insistência suave e entrecortada destes versos vibra com um leve traço de ansiedade diante da fragilidade que até mesmo um amor tão profundo pode ter.”, escreveu o The Guardian.
Leituras da imprensa especializada também apontam que o arranjo combina com a história de Jessie. “As influências country certamente parecem apropriadas para uma música contada do ponto de vista de Jessie, que foi abandonada. Dito isso, as letrs, na orgulhosa tradição de Toy Story, não tratam explicitamente do vínculo entre brinquedo e humano. Em vez disso, esta faixa conta a história de um reencontro amoroso entre amigos de longa data, que só precisavam se ver para lembrar que se amam”, avaliou o Consequence of Sound.
Outro argumento para o otimismo é o histórico da franquia na categoria do Oscar. Os quatro filmes anteriores de “Toy Story” tiveram músicas indicadas a Melhor Canção Original, com vitória do terceiro longa em 2010.
Por que a faixa virou aposta para premiações
Resenha do The Telegraph chamou atenção para a força dos vocais e para o texto da composição. “Os vocais de Swift caem sobre o arranjo alegremente simples, mas exuberante, em seu estilo de marca registrada. ‘Através do atordoamento do incêndio da grama do verão / Paraquedas para a queda livre de ser mais jovem’ é um dístico intensamente poético para começar as coisas, e será um bocado para os pré-adolescentes que presumivelmente serão seus admiradores mais leais”, escreveu o jornal.
Até aqui, Swift ainda não teve indicações ao Oscar. Com a chegada da música ao filme, ela passa a ser citada como possível nome na corrida de Melhor Canção Original.



