O legado de Lin Shaye e o aval de James Wan
Tratando-se de um filme da saga, a presença de Lin Shaye era indispensável. Considerada o coração da franquia, a atriz foi fundamental não apenas na tela, mas na própria construção do roteiro, colaborando ativamente com a visão de Chase para a história. “Assim que ela estava diante das câmeras, a sensação era: ‘ah, sim, estamos em um filme de Sobrenatural'”, celebra.
O diretor também destacou o apoio irrestrito de James Wan, mestre do horror moderno e grande arquiteto da franquia.
James é uma lenda absoluta (…). Ele dá ótimos conselhos, mas também deixa você se divertir e explorar sua própria voz neste filme, ele realmente me deixou assumir o controle criativo e fazer o longa que eu via na minha cabeça, não algo que parecesse um filme dele, mas um filme que parecesse meu.
Inspirado por grandes clássicos que moldaram o gênero, como “O Chamado” (na versão de Gore Verbinski), “Poltergeist” e “Invocação do Mal”, Jacob Chase entrega, segundo ele, um desfecho feito de fã para fã.



