Quem disse que a única forma de ter uma “suplementação eficiente” é por meio de cápsulas ou pós? Se você está com deficiência de colágeno, existem alternativas naturais que podem ajudar a melhorar a saúde dos ossos.
Especialistas em nutrição revelaram ao blog Martha Stewart uma receita caseira que aumenta não apenas a ingestão de colágeno, mas também a de cálcio, além de oferecer outros benefícios.
O caldo de ossos deixou de ser visto apenas como uma receita básica das cozinhas das avós e agora também faz parte da rotina de bem-estar de atletas e de outras pessoas.
O que acontece se você beber caldo de ossos diariamente?
Melhora os níveis de proteína
“Uma xícara de caldo de ossos pode conter cerca de 9 a 10 gramas de proteína”, afirma Jessica Cording, apresentadora do podcast Drama-Free Healthy Living with Jess Cording e autora de The Farewell Tour: A Caregiver’s Guide To Stress, Sane Nutrition, and Better Sleep.
Veja algumas mudanças que você pode notar ao consumir o caldo regularmente:
Melhora na recuperação muscular após os treinos;
Níveis de energia mais estáveis;
Ajuda a manter a sensação de saciedade por mais tempo.
Pode ajudar na perda de peso
O caldo de ossos é frequentemente associado à perda de peso, especialmente durante jejuns ou em dietas de “desintoxicação”, segundo os nutricionistas.
No entanto, não pense que se trata de uma fórmula capaz de queimar gordura. “Se alguém está perdendo peso enquanto bebe caldo de ossos, muitas vezes é porque está substituindo refeições mais calóricas”, explica Cording, relacionando o resultado à criação de um déficit calórico.
Outros benefícios do consumo regular de caldo de ossos:
Promove uma boa saúde intestinal;
Pode melhorar a qualidade do sono;
Pode contribuir para a melhora do humor.
Embora os possíveis benefícios sejam diversos, os especialistas esclarecem que classificar o caldo de ossos como algo de “efeito milagroso” seria “um grande exagero”.
Além disso, eles ressaltam que a bebida não deve substituir alimentos mais completos, como carne, peixe, ovos, iogurte, legumes e outras fontes de proteínas e fibras.
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