Grande Otelo 2026 tem empate histórico e consagra Homem com H


A 25ª edição do Prêmio Grande Otelo, realizada na noite de terça-feira, 4 de agosto, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, terminou com uma decisão inédita. Pela primeira vez na história da premiação da Academia Brasileira de Cinema, dois títulos dividiram o troféu de Melhor Longa-Metragem de Ficção: Manas, de Marianna Brennand, e O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho.

Apesar do empate na categoria principal, Homem com H foi o campeão numérico da noite. A cinebiografia de Ney Matogrosso, dirigida por Esmir Filho, conquistou seis troféus, incluindo Melhor Ator para Jesuíta Barbosa, além de figurino, maquiagem, som, trilha sonora e o prêmio de Melhor Filme pelo Voto Popular.

Ney Matogrosso – Homem com H

Imagem: Reprodução

Manas recebeu cinco estatuetas. Além de dividir o prêmio de melhor filme, Marianna Brennand venceu como Melhor Diretora. O longa também conquistou roteiro original, montagem e Melhor Atriz Coadjuvante para Dira Paes. Com a vitória, a atriz paraense tornou-se a mulher mais premiada nas categorias de atuação da história do Grande Otelo.

Favorito da edição, com 18 indicações, O Agente Secreto terminou a cerimônia com quatro prêmios: melhor filme, fotografia, direção de arte e efeitos visuais. Já Denise Weinberg venceu como Melhor Atriz por O Último Azul, produção que também garantiu a Rodrigo Santoro o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante.

Entre os demais destaques, Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa, foi eleito Melhor Documentário, enquanto Velhos Bandidos, de Cláudio Torres, venceu a retomada da categoria de Melhor Comédia.

Na televisão e no streaming, Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente foi escolhida como Melhor Série Brasileira de Ficção. Johnny Massaro venceu como Melhor Ator de Série pela produção, enquanto Alice Carvalho recebeu o prêmio de Melhor Atriz por Cangaço Novo.





Fonte: Uol

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *