O final também fecha o arco do avô, que morre durante o resgate do neto. Peter consegue libertar Jake, mas é esfaqueado por Carter Jr. e não resiste, enquanto Tom segue na perseguição até o garoto ser salvo.
Depois de preso, Carter Jr. é morto pelo próprio pai na cadeia. O encontro entre Frank Carter e o filho termina com o assassino original repetindo o mesmo método usado contra suas vítimas, encerrando a sucessão de crimes.
Outra virada envolve o “amigo imaginário” de Jake, que remete à mãe do menino quando era criança. Tom encontra fotos antigas e percebe a semelhança com Rebecca, sua esposa já morta, o que deixa a explicação em aberto.
O diretor diz que a ambiguidade foi planejada para sustentar duas leituras. “O amigo imaginário precisa funcionar tanto como uma possível psicose quanto como uma possível intervenção sobrenatural. Acredito que ele pode ser interpretado tanto psicologicamente quanto sobrenaturalmente. E você pode escolher se pensa de uma forma, de outra ou de ambas”, explica ao Tudum.
Para ele, a escolha por não cravar uma resposta reforça o impacto emocional do final. “É uma reviravolta a mais, mas acrescenta uma camada emocional que a torna realmente impactante. Isso reúne a família novamente, apesar do personagem de [Robert De Niro] morrer no final e da personagem da mãe ter morrido antes”, completou.


